domingo, 24 de abril de 2011
Feliz Páscoa!
Ontem vi um filme muito fofo. "Rebeldes sem Páscoa". Amei! Saí do cinema morrendo de vontade de comer chocolate... Mas Páscoa não é isso. CHOCOLATE. Confesso que já comi tanto que estou até enjoada.. rsrs Vai aí a minha mensagem...
"A Páscoa é a ressurreição das nossas
almas. Este é o dia de renascer, começar tudo de
novo. De nos libertamos do mal que corrompeu
nossas almas e nos recobrirmos com o véu da pureza
da alma que tivemos um dia. Abandonar tudo o que é
velho e antigo e olhar pra frente com coragem. Nos
dedicarmos à vida como quem sorve o sumo de um fruto
saboroso. Hoje é dia de renascer." (Benno Assmann)
terça-feira, 19 de abril de 2011
Pensamentos...
Veio uma frase tão "legal". Na minha festa de 15 anos, o texto dizia mais ou menos assim: Que você continue sempre com esse olhar de menina que não se preocupa em ter pois está sempre ocupada em ser.
Por que tudo é mais facil quando se é criança? Eu era feliz e sabia. Olhava o mundo como um conto de fadas... era tudo tão encantador! Saudade de não precisar me preocupar com nada. Vida de adulto é chata e dificil. Deve ser por isso que tenho tanta resistencia em amadurecer. É mais divertido viver sonhando... rsrs
Agora preciso voltar para o mundo real, e retomar a monografia.
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Papos de amiga
Um dia desses estava na academia e uma amiga que não via há algum tempo veio conversar. O que achei engraçado foi a primeira pergunta: "Você não está mais com o Thiago?" Respondi que não. Que tinha terminado em janeiro. Não é que a menina ficou de boca aberta e logo comentou:" Logo vi que tinha algo errado. Vi umas fotos de night no seu orkut". E ainda me perguntou se estava bem.
Fui para casa pensando nessa ultima frase "você ficou bem??" Será que alguem toma alguma decisão para sofrer? Que coisa doida... Claro que estou bem. E Thiago também. Nosso namoro terminou da melhor maneira possivel. Lembro que em dezembro já não estava tudo lindo... As pequenas diferenças já eram motivo de brigas e já não sentia aquele friozinho na barriga gostoso antes de encontrá-lo. No primeiro fim de semana de janeiro saímos para ir ao cinema, e enquanto jantavamos (já não tinha mais aquela coisa de ficar de mãos dadas em cima da mesa do restaurante) comentei: "Principe, por que é tão dificil terminar um relacionamento?" A resposta foi tão simples... "Ju, se é para as duas pessoas ficarem bem, não é dificil." Não satisfeita ainda comentei: "Mas no nosso caso, quase 4 anos de namoro... não é tão facil..." Thiago sempre foi simples e objetivo e falou que não iria ficar sofrendo... que iria sentir falta. Só isso.
Como os homens são práticos. Queria ser assim... Depois da conversa, não falamos mais nada, vimos o filme, entramos no carro e voltamos para casa mudos. Como diz o ditado: Para bom entendedor meia palavra basta. Estava claro que o nosso relacionamento terminou definitivamente ali. Na verdade, já tinha acabado em dezembro.
Mas, o objetivo desse post não é de contar como Thiago e eu terminamos e sim o fato de as pessoas tomarem decisões para a felicidade. Tenho uma amiga que está passando por um momento delicado. Não consegue aceitar o fim do relacionamento dela. Ficou com o cara por alguns meses e diz que está sofrendo muito e que não consegue ser feliz sozinha.
Eu penso muito diferente.... e quando conversei com ela, contando que terminei um noivado (estava noiva do Thiago) e que o mundo não acabou, ainda tive de ouvir que não gostava do Thiago e por isso foi facil. Pelo contrario. Gostava tanto dele que achei melhor terminar antes que a relação ficasse insuportável. Queria ser amiga dele. Depois disso já saimos para jantar, lanchar, foi me visitar...
Queria tanto que ela entendesse que para um relacionamento ser bom, gostoso e encantador a pessoa tem que estar feliz antes. Não dá para responsabilizar a outra pessoa pela nossa felicidade. Estou solteira e feliz! Claro que sinto falta de passear no shopping de mãos dadas, de sair para jantar, de ouvir um EU TE AMO antes de dormir... Mas também sentia falta de sair para dançar sem ter hora para voltar, de simplesmente não ouvir o celular tocar por um dia inteiro e de dormir o domingo todo sem ser acordada com berros de GOL ou de JUIZ LADRÃO. Tudo tem 2 lados. E seria tão bom se essa minha amiga acordasse para vida, perceber que é linda é que é possivel ser feliz.
Fui para casa pensando nessa ultima frase "você ficou bem??" Será que alguem toma alguma decisão para sofrer? Que coisa doida... Claro que estou bem. E Thiago também. Nosso namoro terminou da melhor maneira possivel. Lembro que em dezembro já não estava tudo lindo... As pequenas diferenças já eram motivo de brigas e já não sentia aquele friozinho na barriga gostoso antes de encontrá-lo. No primeiro fim de semana de janeiro saímos para ir ao cinema, e enquanto jantavamos (já não tinha mais aquela coisa de ficar de mãos dadas em cima da mesa do restaurante) comentei: "Principe, por que é tão dificil terminar um relacionamento?" A resposta foi tão simples... "Ju, se é para as duas pessoas ficarem bem, não é dificil." Não satisfeita ainda comentei: "Mas no nosso caso, quase 4 anos de namoro... não é tão facil..." Thiago sempre foi simples e objetivo e falou que não iria ficar sofrendo... que iria sentir falta. Só isso.
Como os homens são práticos. Queria ser assim... Depois da conversa, não falamos mais nada, vimos o filme, entramos no carro e voltamos para casa mudos. Como diz o ditado: Para bom entendedor meia palavra basta. Estava claro que o nosso relacionamento terminou definitivamente ali. Na verdade, já tinha acabado em dezembro.
Mas, o objetivo desse post não é de contar como Thiago e eu terminamos e sim o fato de as pessoas tomarem decisões para a felicidade. Tenho uma amiga que está passando por um momento delicado. Não consegue aceitar o fim do relacionamento dela. Ficou com o cara por alguns meses e diz que está sofrendo muito e que não consegue ser feliz sozinha.
Eu penso muito diferente.... e quando conversei com ela, contando que terminei um noivado (estava noiva do Thiago) e que o mundo não acabou, ainda tive de ouvir que não gostava do Thiago e por isso foi facil. Pelo contrario. Gostava tanto dele que achei melhor terminar antes que a relação ficasse insuportável. Queria ser amiga dele. Depois disso já saimos para jantar, lanchar, foi me visitar...
Queria tanto que ela entendesse que para um relacionamento ser bom, gostoso e encantador a pessoa tem que estar feliz antes. Não dá para responsabilizar a outra pessoa pela nossa felicidade. Estou solteira e feliz! Claro que sinto falta de passear no shopping de mãos dadas, de sair para jantar, de ouvir um EU TE AMO antes de dormir... Mas também sentia falta de sair para dançar sem ter hora para voltar, de simplesmente não ouvir o celular tocar por um dia inteiro e de dormir o domingo todo sem ser acordada com berros de GOL ou de JUIZ LADRÃO. Tudo tem 2 lados. E seria tão bom se essa minha amiga acordasse para vida, perceber que é linda é que é possivel ser feliz.
sábado, 9 de abril de 2011
Crianças
O tempo feio e a chuva atrapalharam meus planos de hoje e como odeio ficar em casa, resolvi encontrar com a minha mãe no shopping. Chegando lá, uma surpresa, a amiga que estava com ela tem uma filha pequena e a levou junto. Já não simpatizo muito com crianças...
A menina é linda. Parece uma boneca. Nesse caso, o problema nem era a criança em si e sim a mãe. Imagino que deve ser dificil educar, impor limites, mas, se uma pessoa topa em ter um filho sabe que vai passar por isso. Eu já não aguentava mais as birras quando minha mãe teve a ideia de ir para um restaurante comer pizza. Até ai, tudo bem.. A menina estava no meu colo e pedi ao garçom uma cadeira para bebê. Pronto! Ela não queria ficar ali de jeito nenhum... Correu o tempo todo e a mãe quase não conseguiu comer. Depois de um tempo, resolveu sentar. Na boa, eu tinha que ter filmado a cara de desespero da minha mãe. A criança cuspia a agua dentro do copo... Quase quebrou os pratos... E sabe o que a mãe falava?! "Filha, essas coisas vc só pode fazer em casa." Como assim?????? Isso não se pode fazer nem em casa. Uma criança precisa de limites. Minha paciencia é curta e arranquei o copo da mão da criança e falei serio que não podia fazer aquilo. A mãe dela não gostou, falou que a menina ficou chateada, pediu licença e foi embora.
Finalmente pude comer em paz. Minha mãe, que também estava horrorizada com a situação, comentou que eu não era assim... Ela nunca me deu mole. Pelo contrario, as vezes era dura até de mais... Com certeza, é muito mais facil deixar uma criança fazer tudo quer... Mas até que ponto isso é saudavel? Essa mãe precisa entender que um dia ela vai crescer e que a vida não vai dizer sempre SIM. Os filhos não são dos pais... são do mundo, e é de pequeno que se ensina isso. É fundamental dizer não, mostrar boas maneiras, ensinar a comer em um restaurante...
Tenho medo de ser mãe... Medo de ser uma mãe como essa.
A menina é linda. Parece uma boneca. Nesse caso, o problema nem era a criança em si e sim a mãe. Imagino que deve ser dificil educar, impor limites, mas, se uma pessoa topa em ter um filho sabe que vai passar por isso. Eu já não aguentava mais as birras quando minha mãe teve a ideia de ir para um restaurante comer pizza. Até ai, tudo bem.. A menina estava no meu colo e pedi ao garçom uma cadeira para bebê. Pronto! Ela não queria ficar ali de jeito nenhum... Correu o tempo todo e a mãe quase não conseguiu comer. Depois de um tempo, resolveu sentar. Na boa, eu tinha que ter filmado a cara de desespero da minha mãe. A criança cuspia a agua dentro do copo... Quase quebrou os pratos... E sabe o que a mãe falava?! "Filha, essas coisas vc só pode fazer em casa." Como assim?????? Isso não se pode fazer nem em casa. Uma criança precisa de limites. Minha paciencia é curta e arranquei o copo da mão da criança e falei serio que não podia fazer aquilo. A mãe dela não gostou, falou que a menina ficou chateada, pediu licença e foi embora.
Finalmente pude comer em paz. Minha mãe, que também estava horrorizada com a situação, comentou que eu não era assim... Ela nunca me deu mole. Pelo contrario, as vezes era dura até de mais... Com certeza, é muito mais facil deixar uma criança fazer tudo quer... Mas até que ponto isso é saudavel? Essa mãe precisa entender que um dia ela vai crescer e que a vida não vai dizer sempre SIM. Os filhos não são dos pais... são do mundo, e é de pequeno que se ensina isso. É fundamental dizer não, mostrar boas maneiras, ensinar a comer em um restaurante...
Tenho medo de ser mãe... Medo de ser uma mãe como essa.
terça-feira, 5 de abril de 2011
VIPs
Sábado não estava em clima de night, tinha acabado de me recuperar da inflamação na garganta e resolvi fazer um programinha mais relex. Fui ao cinema ver VIPs que é uma fiçção inspirada na história real do farsante Marcelo do Nascimento, um rapaz que não consegue conviver com a sua identidade. E no correr do filme mostra que o personagem tem um sonho: Ser piloto de avisão.
O Wagner Moura, como sempre, deu um show! Ele é fantástico. Já o filme... Sinceramente, não vale a pena assistir. O final é toalmente doido... Deve ser por isso que prefiro as comédias romanticas com finais totalmente previsíveis. Quando cheguei, estava passando Plano B. Já tinha visto. E ainda assim, me diverti mais do que com o VIPs. Se soubesse nem teria saído com toda a chuva.
quinta-feira, 31 de março de 2011
Transporte
Hoje meu avô precisou do carro e tive de ir para faculdade de bus. Já que morro de medo de dirigir o Chevette. Medo mesmo, o carro é mais velho que eu, fede.. enfim... Na ida, tudo tranquilo. Saí por volta de meio dia, peguei uma van até o centro e depois o metrô. E para voltar?! Por que não fazer a mesma coisa?! Peguei o metrô, estava um pouco mais cheio que a ida mas nada que não desse para entrar. Quando fui para Cidade Nova pegar uma van ou o frescão para Ilha que veio a surpresa. Simplesmente tudo LOTADO. Não fazia ideia que as 16:30 já era impossivel pegar um bus. As pessoas faziam fila no ponto, empurravam para entrar no onibus... Só sei que quando me dei conta que não ia conseguir um frescão "vazio" resolvi pegar um taxi. Foi uma grana que não me importei em gastar. Nada como meu conforto. Realmente não tenho vocação para passar esses perrengues. Estou até agora m perguntando como essas pessoas conseguem viver assim...
domingo, 27 de março de 2011
Dormir fora
Até mais ou menos meus 17 anos entrava em panico só em pensar na possibilidade de dormir fora de casa. Passei a infancia recebendo convite das amiguinhas de dormir na casa delas, viajar fim de semana e a resposta da minha mãe era sempre a mesma: "Por mim, ela vai. O problema é que ela não dorme." Claro que as pessoas não acreditavam... achavam que era mais uma das frescuras da minha mãe. A grande verdade é que eu realmente não dormia fora de casa. Tinha verdadeiro horror! Não sei o que passava na minha cabeça. Tentei muitas vezes sim. E no meio da noite precisavam me buscar antes que eu enlouquecesse os pais das minhas amigas.
Uma vez, resolvi aceitar um convite de uma amiga para passar um fim de semana em um Hotel Fazenda em Vassouras. Fui porque ia dividir o quarto com ela e a irmã e os pais estariam ao quarto ao lado. Simplesmente virei um zumbi. Não consegui dormir á noite e nem de dia. Quando voltei para casa, a primeira coisa que fiz foi me jogar na cama e pedir para ninguém me acordar.
Não satisfeita com essa experiência, um tempo depois, fui passar uma parte das férias na casa de uma amiga em Itaipava. Estava toda feliz. Levei tudo que precisava para tentar lembrar minha cama e conseguir dormir. Levei travesseiro, edredom, ursinho de pelúcia... A noite chegou e nada do sono chegar... Só sei que no quarto dia sem conseguir fechar os olhos, liguei para casa chorando muito e meu avô pegou a estrada na mesma hora e foi me buscar.
Depois disso, fiquei um tempo sem tentar dormir fora, até que quando entrei no IBMEC, fiz amizade com a Camila, que na época morava em Ipanema e vivia me chamando para dormir lá, por ser mais perto das festas e nights que frequentávamos. Uma sexta, resolvi aceitar o convite, já que com quase 18 anos na cara, não ia pedir para o meu avô ir me buscar de madrugada na Zona Sul. E não é que dormi?! E muito bem até.
Me deu um alivio tão grande... Já estava até pensando em fazer tratamento psicológico. Hoje em dia é tão normal para mim dormir fora. Simplesmente deito na cama e durmo. Para a felicidade da minha mãe e avô. Claro que quando passo muitos dias fora sinto falta da minha cama, do travesseiro, edredom, do ursinho... Mas, Graças a Deus, não preciso levar todo meu quarto quando vou para casa de alguma amiga.
Uma vez, resolvi aceitar um convite de uma amiga para passar um fim de semana em um Hotel Fazenda em Vassouras. Fui porque ia dividir o quarto com ela e a irmã e os pais estariam ao quarto ao lado. Simplesmente virei um zumbi. Não consegui dormir á noite e nem de dia. Quando voltei para casa, a primeira coisa que fiz foi me jogar na cama e pedir para ninguém me acordar.
Não satisfeita com essa experiência, um tempo depois, fui passar uma parte das férias na casa de uma amiga em Itaipava. Estava toda feliz. Levei tudo que precisava para tentar lembrar minha cama e conseguir dormir. Levei travesseiro, edredom, ursinho de pelúcia... A noite chegou e nada do sono chegar... Só sei que no quarto dia sem conseguir fechar os olhos, liguei para casa chorando muito e meu avô pegou a estrada na mesma hora e foi me buscar.
Depois disso, fiquei um tempo sem tentar dormir fora, até que quando entrei no IBMEC, fiz amizade com a Camila, que na época morava em Ipanema e vivia me chamando para dormir lá, por ser mais perto das festas e nights que frequentávamos. Uma sexta, resolvi aceitar o convite, já que com quase 18 anos na cara, não ia pedir para o meu avô ir me buscar de madrugada na Zona Sul. E não é que dormi?! E muito bem até.
Me deu um alivio tão grande... Já estava até pensando em fazer tratamento psicológico. Hoje em dia é tão normal para mim dormir fora. Simplesmente deito na cama e durmo. Para a felicidade da minha mãe e avô. Claro que quando passo muitos dias fora sinto falta da minha cama, do travesseiro, edredom, do ursinho... Mas, Graças a Deus, não preciso levar todo meu quarto quando vou para casa de alguma amiga.
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